quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Lucky, I'm in love with my best friend

Quando te conheci, tua beleza me chamou a atenção
Mas foi um momento fugaz, em que quase não tivemos contato
Tempos depois, cruzaste novamente meu caminho
E desta vez pude observar-te cuidadosamente
Ver teu caminhar insinuante
Teu olhar mesmerizante
Teu perfume inebriante
E tua alma radiante
E mesmo assim, ainda não estávamos prontos um para o outro
Mas o tempo é sábio porque escolhe sempre o melhor momento para tudo
E fez novamente nossos caminhos convergirem
Mas na sutileza de quem sabe o que faz, colocou-nos juntos de forma inocente
Éramos apenas dois amigos postos a trabalhar lado a lado
E o interesse profissional abriu caminho para conversas pessoais
Em que expúnhamos nossas alegrias, nossas angústias, nossos sonhos
E eis que percebi, lentamente, que meus sonhos tinham, afinal, se materializado
Em forma de uma bela e sedutora mulher, ainda que não buscasse me seduzir então
E nunca o fizeste enquanto estávamos impedidos de ter um ao outro
Por princípios que eram muito caros a ambos
A seriedade do que se desenvolvia em nossos corações não nos permitia leviandades
Por seres mais aberta, percebi mais rapidamente a pedra preciosa que o destino,
Sempre ele, depositara diante dos meus olhos
Ao meu alcance, desde que eu fosse merecedor de tal joia
Quando finalmente descobri a reciprocidade de sentimentos entre nós
Eu fiz o que era necessário para poder, finalmente, ter a mulher dos meus sonhos
Junto a mim, onde pretendo mantê-la pelos dias que me restam
E para o quê vou me esforçar diariamente para continuar merecedor desse amor
Que transforma, que motiva, que completa, que invade, que aquece, que preenche
Porque só você, Daniela, teria a capacidade de exercer todas essas influências e tantas outras
Sobre mim.

Eu amo você, minha querida e futura esposa. De formas que ainda não sei descrever
E com sentimentos que provavelmente nunca poderei transcrever adequadamente
Mas tentarei fazê-lo todos os dias e igualmente agradecerei pela oportunidade
Que me foi dada nesta vida e que procurarei honrar eternamente
Enquanto estiveres junto a mim, até que a morte nos separe.



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Ainda que este texto fuja do foco deste blog, minha amada Daniela tem uma forte veia artística e poética, entre tantos outros dons e habilidades, e me senti tentado a escrever-lhe da mesma forma tanto quanto eu possa, já que o tema me é tão árido.

No entanto, sei que passei a mensagem e que espero que a mesma esteja com graça e delicadeza suficiente para agradar a quem se destina.

Beijos, minha amada. Hoje e sempre.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Meu irmão recomeiiiinnnda! Portanto, prestem atenção!

Caras leitoras (são apenas duas), fui intimado pelo terceiro integrante (meu irmão) desse brogue que é sucesso de público a publicar uma resenha de um lançamento recomendado por ele, portanto, em benefício da paz na minha família, lá vai!

By Henrique

Lançada em DVD a comédia O Quinteto da Morte.

A Rede de Locadoras e Lojas 2001 www.2001video.com.br lança com exclusividade um filme precioso.
Cineasta de pouco mais de uma dezena de filmes, o estadunidense Alexander Mackendrick (1912-1993) dirigiu uma das maiores comédias do cinema, O Quinteto da Morte (The Ladykillers; Inglaterra, 1955).

Disfarçada de um conjunto de músicos, uma quadrilha aluga um dos quartos de uma casa em um bairro pacato em Londres, a pretexto de encontrar um local tranquilo para seus ensaios. Na verdade, os maldosos inquilinos planejam um roubo. A dona da casa, uma velha senhora (Katie Johnson) em dificuldades financeiras, acaba por ameaçar a execução do plano audacioso. Dispostos a tudo para executar o grande crime, o bando quer agora que se livrar de uma vez por todas da indefesa locatária. Mas as aparências enganam, e não será nada fácil para os bandidos matar a esperta velhinha.

Com um elenco afiado, O Quinteto da Morte é daquele tipo inconfundível de humor inglês, que mistura situações nonsense, muito cinismo, blagues de timing perfeito e situações tão grotescas que nos fazem rir por puro sadismo.

Impossível não se deliciar com a maldade do dissimulado Dr. Marcus, interpretado por Sir Alec Guinness em uma atuação comparável - ou superior, em muitas cenas - à que teve em outra pérola da comédia de mistério, Assassinato Por Morte, de 1976. Completam o time atores da estirpe de Peter Sellers e Herbert Lom, que mais tarde repetiriam essa sintonia nos filmes da série A Pantera Cor-de-Rosa, em que deram vida ao atrapalhado Inspetor Cluseau e ao amalucado Chefe Dreyfus, respectivamente.

O Quinteto da Morte foi refilmado pelos Irmãos Cohen, resultando no irregular Matadores de Velhinhas, de 2004, estrelando Tom Hanks.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Transferindo arquivos pela internet

Depois de um longo inverno longe desse blog sempre ativo (!), apareço por aqui para dizer aos amigos que é fácil compartilhar arquivos pela internet. Os poucos afeitos à troca de arquivos podem pensar que é uma tarefa complexa mas não é. Existem várias ferramentas para isso mas vou começar citando a forma mais simples: a que não exige nenhum programa especial.

A forma mais simples de compartilhar arquivos na internet é através dos sites de download. Existem alguns que são bastante famosos como RapidShare, MegaUpload, etc., e outros desconhecidos do grande público que são tão ou mais eficientes que os famosos.

Primeiramente, vamos entender o conceito. Quando eu quero enviar um arquivo para um amigo, eu posso fazê-lo por e-mail. Posso anexar o arquivo a um e-mail e mandá-lo. É fácil e eficiente. Mas tem inconvenientes. Por exemplo, se quiser enviar um vídeo, o arquivo a ser anexado pode ser bastante grande e isso pode ser um problema para quem recebe. Algumas pessoas usam caixas postais de baixa capacidade e um e-mail com um grande anexo pode deixá-la lotada e assim impedir a recepção de novas mensagens, causando transtornos para o recebedor. Outro inconveniente é que e-mails com grandes anexos ficam junto com todos os e-mails recebidos pelo receptor e se ele está com pressa para baixar um determinado e-mail importante e existem várias outras mensagens com grandes anexos na fila ele terá que esperar...

Por outro lado, sempre é possível usarmos os tais serviços de transferência de arquivos via internet que citei acima. Eles resolvem estas duas desvantagens que descrevi. Primeiro que não há um grande anexo a ser enviado por e-mail. Você manda para o seu amigo apenas um endereço de download da internet que não ocupa virtualmente espaço nenhum na mensagem. E por ser uma mensagem pequena não lota a caixa de ninguém e não gera tráfego desnecessário que venha a incomodar o destinatário.

Bem, entendido o conceito, vamos explicar a forma mais adequada de fazer a transferência dos arquivos. Você pode simplesmente mandar o arquivo diretamente. Digamos que seja uma música. Você entra num dos sites que vou indicar neste texto e faz o envio (upload) da música para ele. Ao final do processo, ele lhe apresentará um link de internet que você simplesmente vai copiar e colar e um e-mail, por exemplo, e mandar para seus amigos. Seus amigos receberão o e-mail com o link, clicarão nele e farão o download do arquivo para seus computadores.

Embora seja simples, esta não é a forma mais indicada de se trabalhar. Por questões de segurança, sugiro sempre fazer o upload de um arquivo com senha. Lembrem-se que o arquivo estará em um site público onde qualquer um poderá baixá-lo e o conteúdo pode ser pessoal demais para corrermos o risco de cair em mãos erradas. Por isso, a melhor forma é selecionar o(s) arquivo(s) desejado(s) e compactá-lo(s) em um único arquivo com senha. Desta forma, somente o destinatário que saiba qual é a senha terá acesso ao conteúdo desse arquivo. Alguns compactadores permitem, inclusive, codificar os nomes dos arquivos contidos nessa versão compactada. Dessa forma, sem a senha não é possível nem saber quais arquivos estão inclusos no arquivo compactado baixado. É um ótimo procedimento de segurança. Os procedimentos de como se fazer isso serão detalhados em outro texto que terá ser cuidadosamente descrito na forma de um tutorial, de preferência com telas de programa para deixar tudo bem claro. Aguardem e confiem!

Bem, criado o arquivo compactado resta somente fazer o upload para um dos sites. Os mais conhecidos são os que citei, a saber: RapidShare (http://www.rapidshare.com) e MegaUpload (http://www.megaupload.com). Eu prefiro trabalhar com outro bem menos conhecido mas muito fácil de usar, com boas velocidades de download e sem muitas as limitações e frescuras dos sites acima, que impõem tempo de espera entre um download e outro, por exemplo. O site é o ifile.it (http://ifile.it). Muito bom mesmo!

Você pode fazer cadastro se quiser mas isso não é obrigatório. Para enviar arquivos de até 100 MB você não precisa ser cadastrado. Seu arquivo ficará disponível no servidor por pelo menos 30 dias a contar do último download feito. Um serviço muito interessante.

Para conhecer o serviço, recomendo fazer um teste simples. Entrem no site, cliquem na opção "upload", selecionem um arquivo pequeno, cuja transferência seja bem rápida e cliquem no botão de envio. Aguardem a transferência terminar e ao final o site apresentará uma tela onde existem 3 campos. Os dois primeiros campos são os links usados para download. Ambos se referem ao mesmo arquivo mas o link existente no segundo campo é um pouco mais descritivo. Ele mostra o nome do arquivo enquanto que o primeiro mostra apenas uma sequência de letras e dígitos. Qualquer um deles produzirá os mesmos resultados. O terceiro é um link para deletar o arquivo. Se por algum motivo você quiser forçar a deleção do arquivo depois de um tempo, basta abrir o navegador e copiar e colar aquele link em vermelho. Ele pedirá confirmação e, se autorizado, o arquivo será removido do servidor. Quase nunca é utilizado, afinal os arquivos acabam sendo eliminados por decurso de prazo.

Então vocês agora já sabem como mandar um arquivo para o servidor do ifile.it mas e depois? Simples! Usem o copiar e colar do Windows e coloquem o primeiro ou o segundo (não precisam copiar os dois porque isso é redundante) link num e-mail e mandem para quem vocês quiserem. Lembrem de informar no e-mail qual a senha usada para descompactar os arquivos, caso tenham colocado uma. Quem recebe o e-mail vai apenas clicar no link que vocês adicionaram e isso fará o navegador abrir a página para download. Existem algumas propagandas que podem e devem ser solenemente ignoradas pelo recebedor. O importante é que ele clique no link "request download ticket" no canto superior esquerdo da tela . É necessário esperar que toda a tela seja carregada ou o link não funcionará. Após clicar ali, o link mudará sua descrição para "download". Clique novamente ali e salve o arquivo no computador. Simples assim. A transferência costuma ser muito rápida, especialmente se você usa algum gerenciador de downloads como o Orbit Downloader (http://www.orbitdownloader.com), o Free Download Manager (http://www.freedownloadmanager.org) ou qualquer outro. Já consegui taxas de download da ordem de 700 Kbytes/segundo que é o meu limite de velocidade. Dá pra baixar arquivos enormes em questão de poucos minutos!

Seguindo o mesmo princípio, pode-se usar o RapidShare ou o MegaUpload (existem vários outros, na verdade) para fazer o mesmo. Faça seus testes e escolha o que lhe parecer melhor.

Então, o que estão esperando? Selecionem aquelas fotos bacanas de trocentos megapixels das suas férias que você está morrendo de vontade de passar para os amigos mas não tem coragem de mandar por e-mail pra não entupir a caixa de ninguém, mandem pra um destes serviços e enviem os links respectivos por e-mail. Sem transtorno e com absoluta confiança.

Divirtam-se!

terça-feira, 7 de julho de 2009

sexta-feira, 3 de julho de 2009

E dá-lhe vinil!

Seguinte, meu povo. Meu brinquedo novo funciona perfeitamente bem. Estou desenterrando coisas do tempo do Ariri Pistola e mandando tudo pro meu micro. Lamentavelmente, são discos muito antigos, do tempo em que eu ainda era descuidado e alguns têm riscos consideráveis. Consegui recuperar boa parte deles usando um software de filtragem de ruídos mas algumas faixas ainda apresentam qualidade sofrível. Mas é o que está ao meu alcance, portanto o que não tem remédio, remediado está.

Claro que mexer com os velhos bolachões nos traz uma certa onda saudosista. Poder apreciar novamente a beleza da agulha descendo suavemente sobre o disco, fazendo seu ruído característico enquanto observamos o LP girar hipnoticamente no prato, com brilhos estranhos que partem dos sulcos. Um charme que nenhuma tecnologia atual jamais vai reproduzir.

Mas além da onda saudosista, ainda tenho que aturar as piadinhas de certos amigos que insistem em rir de certas situações. Por exemplo, para quem tem menos de 35 anos, mais ou menos, o nome Daniel Boone deve soar completamente desconhecido, enquanto que para outros um pouco mais experientes (e viva os eufemismos!) isso poderá trazer a lembrança de horas perdidas em frente à TV assistindo a versões romanceadas de um dos ícones da cultura norteamericana (com hífen ou sem hífen? Shit!). Tudo começou quando disse que estava convertendo faixas dos LPs que eram músicas consagradas na voz de Ed Ames. Para quem não sabe ainda, Ed Ames foi um conceituado cantor norteamericano que veio a calhar ser também um ator de certo renome, cujo papel mais conhecido é o índio Mingo, da anteriormente citada série televisiva Daniel Boone. Pois o sujeito tinha uma bela voz, bastante grave e com pronúncia muito clara, muito boa de se ouvir. Mas aí entram os espertinhos que nos espicaçam por conta de alguns fios brancos que insistem em aparecer e que fazem a gente se sentir como o tio-avô do Matusalém. Como se eu estivesse falando de Tutankâmon e não de um cantor que fez sucesso há 50 anos atrás.

Enfim, não sabem o que estão perdendo. Ou melhor, não sabiam. Aqui está a chance de vocês adquirirem cultura, ó choldra!, objetivo principal deste blog irregular.

Aqui está um pequeno exemplo, um arquivo com apenas 8 MB e duas músicas dele, convertidas a partir de LP. Existem chiados que eu não pude remover mas ainda assim a qualidade final ficou bastante boa, creio. A senha é a mesma de sempre. Quem se esqueceu, me peça por e-mail.

E vocês? Contribuições? Alguém aí falou Colbie Caillat? Não? Dou-lhe uma! Dou-lhe duas! Dou-lhe... Dou-lhes mais nada. Agora é a vez de vocês!

Abraços a 33 rpm.

segunda-feira, 29 de junho de 2009

Estou com brinquedo novo!

Pois é, meu povo! Cuca recebeu um brinquedinho novo nesta semana que passou. Andei testando por uns dias e o resultado foi positivo e operante!

Olhem só do que se trata: o Urecord, da Ion Audio.

Estou desenterrando LPs do tempo do onça pra converter pra áudio digital. Henrique, espere mais lançamentos do tipo "Mac Rybbell". Às demais, vocês não sabem do que eu estou falando. Sorte de vocês! Hahaha.

Enfim, é simples de usar e muito prático. Claro que me consome tempo porque preciso gravar todo o LP, separar as faixas (que o equipamento faz de forma simples e eficiente), passar por um filtro que elimine parte dos chiados e tecs e por fim converter pra MP3 (sim, mano, MP3... uma pequena concessão) e finalmente ouvir o resultado final e digitar os dados ID3 (informações sobre a faixa que ficam gravadas no própiro arquivo). Enfim, demorado mas divertido. Depois eu digo o que andei convertendo. Ou não, para preservá-los.

Abraço.

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Lista de DVDs e conversões

Amigos, boa noite. Conforme prometido, estou publicando aqui a lista atualizada dos DVDs que eu possuo e os filmes e séries que converti a partir de DVDs com ótima qualidade.

Por motivo de segurança, os arquivos possuem senha e eu passarei a cada um, individualmente.

Que sirva para alimentar nossa discussão e fornecer sugestões.

Link para download da lista de DVDs

Link para download da lista de conversões

Abraços.

domingo, 14 de junho de 2009

E quanto às séries?

Já vi que vai acabar ocorrendo outra mudança de rumo nesse blog sem norte. Coisa de marinheiro de primeira viagem mesmo. Por que digo isso? Porque hoje estou com vontade de falar a respeito de séries de TV. E me dei conta que poderia acordar a fim de comentar um livro bacana ou aquela música legal. Enfim, todos temas culturais mas não necessariamente filmes. Afinal, para quem gosta de tudo isso, dar atenção apenas a uma das áreas seria como caprichar nos sapatos e descuidar de todo o resto.

Mas vamos lá então: séries! Bem, por onde começar? Como sempre, pelo começo. O que me atrai numa série (ou em qualquer outra área)? Primeiramente, inteligência. Não precisa ser uma inteligência científica, óbvio, mas diálogos bem construídos, gags que nos peguem de surpresa e nos façam pensar ou dar uma boa gargalhada, assuntos bem desenvolvidos ou, principalmente, temas já muito batidos abordados por um ângulo absolutamente inusitado e que nos façam pensar: "puxa, como é que isso nunca me ocorreu antes?!"

Portanto, inteligência agregada é o maior segredo do sucesso sob o meu ponto de vista. Claro que há outros pontos que agregam valor: uma boa produção, um elenco convincente, uma bela fotografia e também a trilha sonora, que nós ouvimos com o subconsciente e quase nunca nos damos conta de que ela está ali mas tente removê-la e perceba que o resultado é algo desmembrado.

Seguindo esses critérios, meu primeiro candidato à discussão é a extremamente apetitosa série House M.D. e aqui cabe um adendo: como eu sou mesmo esquisito (quem? eu?), nunca assisto TV. Eu sempre espero pelo lançamentos dos DVDs para ver tudo com qualidade, sem aqueles comerciais habilmente inseridos nos momentos mais estúpidos como se o responsável pelos cortes fosse um gorila com uma tesoura e, principalmente, para apreciar tudo com o áudio original. Morte à dublagem!

Felizmente, hoje em dia as séries que chegam ao nosso mercado
(quase todas americanas, é verdade) contam com uma safra absolutamente surpreendente de roteiristas e produtores. Quando olhamos para trás e nos lembramos de como eram as séries nos anos 80 damos aquela risadinha nervosa e pensamos como pudemos gostar daquilo um dia. Às vezes temos ligação emocional com alguma delas por terem sido importantes na infância ou adolescência mas o fato é que eram muito ingênuas, pra dizer o mínimo.

O cenário atual é completamente diferente. Produções cuidadosas, roteiros inteligentes, personagens com perfil definido e a abordagem de temas para todos os gostos formam um cardápio como nunca se viu na TV mundial. O exemplo que citei, House, preenche todos esses requisitos em um ambiente hospitalar. Trata-se de um médico que é simplesmente a personagem mais rabujenta, antissocial (que saudades do hífen!) e intolerante que já se viu na TV. E deliciosamente interpretado pelo Hugh Laurie (o pai do Pequeno Stuart Little, pra quem não reparou nele naquele papel minúsculo). Se o assunto for séries policiais, temos exemplos como CSI em seus vários sabores. E assim temos representantes em todas as vertentes. Você certamente tem a sua preferida.

Portanto, não se acanhe! Dê-nos a sua opinião e sugestão. Estamos aqui para trocar idéias e, num futuro próximo, trocar o tema do brogue de novo...

Abraços.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Mudança de rumo...

Caros amigos, em conversa com minha grande amiga Dani, me caiu a ficha... Um blog nos moldes originalmente propostos (filmes ausentes do mercado nacional de DVDs e Blu-Rays) ia ficar muito limitado em conteúdo. Então resolvi mudar o foco deste modesto blog transformando-o num espaço de discussão de filmes. Claro que não é nada original mas e daí? O diferencial estará nos seus frequentadores (ai, meu saudoso trema) pois este blog é destinado a pessoas de bom gosto, cultas e que saibam escrever em bom português. Perceberam que eu acabo de eliminar uns 90% da população? :D

Pois é. Azar! Quero mais é ter conversas produtivas com gente articulada e com ótimo nível cultural. É assim que eu gosto.

Mas chega de conversa mole. Seja bem-vindo e fique à vontade para iniciar as discussões que quiser.

Grande abraço.

sábado, 2 de maio de 2009

O primeiro título que o mercado está me devendo

Para começar a saga dos títulos ausentes, faço menção ao excelente filme "O homem que queria ser rei". O título original é "The man who would be king" e a produção é de 1975. O site especializado IMDB lhe atribui a pontuação 8.0, o que não é pouca coisa. A Wikipedia em português também apresenta uma boa resenha do filme.

Um filme magnífico, com belíssima fotografia e a mão sempre competente de John Houston no leme. A história dos dois ingleses aventureiros que percorrem as Índias Britânicas no início do século em busca de fortuna e que encontram muito mais que isso é primorosa.

Infelizmente, vi o filme apenas uma vez na minha já distante adolescência, de forma que muito dos detalhes já se perderam no tempo mas lembro-me perfeitamente que fiquei bastante impressionado com a obra. Infelizmente, no Brasil ele ainda está disponível apenas em VHS, o que é uma lástima. Espero que isso seja remediado em breve. Estamos vendo no país um grande volume de lançamentos de obras antigas, muitas delas clássicas, em DVDs e na minha opinião este filme certamente deveria figurar nesta categoria. O distribuidor nacional em VHS foi a Columbia Home Video. Bem que ela podia se lembrar dessa obra de arte e presentear o consumidor brasileiro com uma versão em DVD ou, dada a atual modernidade, Blu-Ray.

Você viu o filme? Comente!

Bem-vindos!

Este é o primeiro tópico do blog. Então vamos começar pelas apresentações.

Este blog é para quem gosta de filmes e do conforto do seu lar. Se você adora assistir a bons filmes na sua casa, em uma sala bonita, no seu quarto aconchegante ou até mesmo no seu computador (eu adoro!), então esse blog é para você!

O Brasil tem um bom mercado consumidor de DVDs. Ao contrário do antigo vídeocassete que nunca produziu um mercado de consumo das fitas, as vendas de discos de DVDs vai muito bem no Brasil, obrigado.

Muita coisa interessante já foi e continua sendo lançada no país mas o vácuo de obras importantes ainda é enorme. O descaso das distribuidoras não es explica apenas pelo mercado consumidor que não é tão grande assim, quando comparado ao norteamericano, por exemplo. Mesmo assim, o potencial de compra do brasileiro não é desprezível e as vendas atuais comprovam isso.

Portanto, junte-se a nós nessa batalha que de perdida não tem nada. Manifeste-se! Diga o que você gostaria de ver lançado no mercado e porquê. Faça a indústria do "home video" se mexer. Ponha as rodas da economia pra girar!

Este espaço é nosso. Usem-no.

Grande abraço.
Cuca.